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30 de abril de 2013

6ª feira, dia 3 de maio a noite é de rock e blues no Heavy Duty


Zé da Gaita e Banda estarão se apresentando no Heavy Duty nesta sexta feira, 3 de Maio de 2014, tocando muito Rolling Stones em comemoração aos 50 anos da banda e alguns clássicos de bandas como The Doors, The Who e muito Blues.
O Heavy Duty fica na Rua Ceará, 104 - Praça da Bandeira, RJ.
A partir das 22h.s
Ingressos a R$ 10,

Cartaz do Show Zétisfaction, com Zé da Gaita - Um Tributo aos Stones

14 de fevereiro de 2013

16-3 tem Tributo a Pink Floyd no Teatro Rival Petrobras, RJ

A Rio Floyd Machine apresenta

TRIBUTO A PINK FLOYD

Sábado, 16/3
A partir das 23:30h

12 de janeiro de 2012

Hoje, 12/1, tem Tributo a Neil Young no Saloon 79 em Botafogo

HOJE 12/01 - QUINTA - 21h
TRIBUTO A NEIL YONG


Kleber Dias: Guitara, Bandolim, violão e vocal
Greg Wilson: Vocalista e Guitarrista
Ricardo Drumond: Teclado e Baixo
Gil Eduardo: Baterista


Saloon 79
R. Pinheiro Guimarães 79 - Botafogo
3239-0735 ou 9675-2000
Ingresso: R$ 15,


INÉDITO!!! IMPERDÍVEL!!! SENSACIONAL!!!


Fonte: Lista Eldo-Pop

24 de setembro de 2010

Hoje, 24/9, em Limeira, o Rush Project estreia dois novos integrantes

Rush Project
Hoje, sexta, 24/9, também vai acontecer a apresentação da banda Rush Project (foto) no Bar da Montanha, em Limeira/SP, a 154 km da capital paulista.

A Banda Rush Project, é um tributo ao lendário trio canadense Rush que apresenta ao vivo os maiores clássicos da brilhante trajetória do Rush, além de surpresas de todas as fases do Trio e da recém-lançada “Caravan”.

O Rush Project traz dois novos integrantes em sua formação: o vocalista Roger Troyjo (Yessongs, Genesis Live, Nave) e o guitarrista Alexandre Spiga (Fireball: Deep Purple e Steve Morse Cover, Paulo Meyer & The Burning Bush, Quarteto Kroma). Completam a Banda os já conhecidos Wellington Carrion (baixo/sintetizadores/pedais) e Vito Montanaro (bateria/percussão).

Serviço:
Local: Bar da Montanha, Av. Laranjeiras, 2601, Pq. Egisto Ragazzo - Limeira/SP
Tel.: (19) 3453-5135
Site da banda: www.rushproject.com.br

17 de junho de 2010

Dia 17/6 a Banda Caverna e Edy Star fazem tributo a Raul Seixas

 Dia 17 de JUNHO de 2010 (5ª feira) no Espaço Cultural Amado do Dito
Rua Correia Dias, 161, Saída C da Estação Paraíso do Metrô – SP

Caverna Guitar Band 
apresenta
Grande Tributo a Raul Seixas, com músicas de TODAS as fases! 
A banda idealizada por Sylvio Passos, teve grande destaque na "Virada Cultural SP" de 2009 e 2010, acompanhada de Edy Star !
Horário : 20:00 h.
Entrada : R$ 10,00

OBS: O SHOW COMEÇARÁ PONTUALMENTE AS 21 HS PARA QUE NÃO HAJA TRANSTORNO NOS HORÁRIOS DEVIDO AO METRO E OUTROS TRANSPORTES PÚBLICOS, OBRIGADO E... TOCA RAUUUUL!

17 de julho de 2009

Tributo a Billie Holiday nos 50 anos da sua morte

Billie Holiday por William GotliebBillie Holiday era o nome artístico de Eleanor Fagan Gough, uma das mais comoventes cantoras de jazz de sua época e hoje, ao completar 50 anos da sua morte, continua a emocionar a quem escuta suas gravações.

Com uma voz etérea, flexível e levemente rouca, sua dicção e fraseado, a sensualidade à flor da voz, expressando incrível profundidade de emoção, a aproximaram do estilo de Lester Young, com quem, em quatro anos, gravou cerca de cinqüenta canções, repletas de swing e cumplicidade. Lester Young foi quem lhe apelidou de "Lady Day".

Quando nasceu na Filadélfia, dia 7 de abril de 1915, seu pai, Clarence Holiday, tinha dezoito anos de idade e sua mãe, Sara Fagan, apenas dezesseis. Seu pai, guitarrista e banjista, abandonou a família quando Billie ainda era bebê, para pegar a estrada com uma banda de jazz. Sua mãe, também inexperiente, costumava deixá-la com familiares.

Menina afroamericana e pobre, Billie passou por todos os sofrimentos possíveis. Aos dez anos foi violentada sexualmente por um vizinho, e internada numa casa de correção para meninas vítimas de abuso. Aos doze, trabalhava lavando o chão de prostíbulos. Aos catorze anos, morando com sua mãe em Nova York, caiu na prostituição.

Sua vida como cantora começou em 1930. Mãe e filha ameaçadas de despejo por falta de pagamento do aluguel, Billie vai à luta em desespero. Entrando em um bar do Harlem, ofereceu-se como dançarina, mostrando-se um desastre. Penalizado, o pianista perguntou-lhe se sabia cantar. Billie cantou e saiu com um emprego fixo, apesar de nunca ter estudado música e nem saber ler partitura. Seu aprendizado foi escutar Bessie Smith e Louis Armstrong.

Após três anos cantando em diversas casas, atraiu a atenção do crítico John Hammond, através de quem ela gravou seu primeiro disco, com a big band de Benny Goodman. Era o real início de sua carreira. Começou a cantar em casas noturnas do Harlem (Nova York), onde adotou seu nome artístico.

Billie canta com feras do Jazz para a TV CBS no programa Sounds of Jazz, em 1957Cantou com as big bands de Artie Shaw e Count Basie. E foi uma das primeiras negras a cantar com uma banda de brancos, em uma época de segregação racial nos EUA (anos 30). Consagrou-se apresentando-se com as orquestras de Duke Ellington, Teddy Wilson, Count Basie e Artie Shaw, e ao lado de Louis Armstrong.

A partir de 1940, apesar do sucesso, Billie sucumbiu ao álcool e às drogas, passando por momentos de depressão, isso refletia em sua voz.

O vídeo que selecionei é um tesouro. Foi gravado ao vivo em 1957, nos estúdios da rede de televisão CBS, onde Billie é apresentada por Robert Herrige, produtor e apresentador do programa "The Sound of Jazz". Esta talvez seja a gravação mais importante de uma banda de jazz ao vivo na história da televisão, com a participação de músicos como Lester Young, Coleman Hawkins, Ben Webster, Gerry Mulligan, Roy Eldridge, Doc Cheatham, Vic Dickenson, Danny Barker, Milt Hinton e Mal Waldron.

Fine & Mellow



Lady Sings The Blues, livro escrito por Billie Holiday e William DuffyPouco antes de sua morte por overdose de drogas, Billie Holiday publicou sua autobiografia Lady Sings the Blues, em 1956, a partir da qual foi feito um filme, em 1972, com Diana Ross no papel principal. Encontrei o filme completo no YouTube, dividido em 14 partes, cujos links publico a seguir. Espero que você aproveite!

Fonte: Wikipedia
Sites: Lady Day

6 de julho de 2009

Tributo a Bill Haley, um dos pais do Rock and Roll

Bill HaleyO tributo do Blog do Lobo hoje vai para um dos ícones do Rock and Roll, que contribuiu de maneira inegável para a afirmação do ritmo que nasceu da transa entre o Blues e a música caipira norteamericana. Haley lavou e poliu o blues negro para que fosse tocado nas rádios e aceito pela classe média.

Bill Haley
ou William John Clifton nasceu em Highland Park, Michigan em 6 de julho de 1925 e foi criado na Pensilvânia. Em 1946, Halley formou seu primeiro grupo profissional, uma banda country chamada Down Homers, depois da qual ele passou a seguir carreira solo. Haley lançou inúmeros compactos country nos anos 40, sem sucesso, enquanto trabalhava como músico itinerante e DJ.

Em 1951 ele e sua nova banda The Saddlemen resolveram mudar de estilo, gravando versões das músicas "Rocket 88" e "Rock this Joint" de Jackie Brenston & Delta Cats (na verdade música composta e executada por Ike Turner & The Kings of Rhythm. Jackie Breston que assume os vocais nessa gravação, era saxofonista dessa banda). O sucesso relativo alcançado por elas convenceu Haley de que ele poderia ser um roqueiro famoso. Em 1952 o Saddlemen passou a se chamar Bill Haley & His Comets e, no mesmo ano, a composição de Haley, "Crazy Man Crazy" tornou-se o primeiro rock a entrar nas paradas de sucesso americana.

Bill Haley and His Comets - Rock Around The Clock



Ainda em 1952, Max C. Freedman and James E. Myers (com o pseudonimo "Jimmy De Knight") compuseram "Rock Around the Clock" para Haley , mas ele só conseguiria gravá-la em 12 de abril de 1954. Inicialmente não obteve suceso, mas Haley logo alcançaria fama mundial com sua versão de "Shake, Rattle and Roll" de Big Joe Turner, que venderia milhões de cópias. Haley e sua banda foram primordiais ao divulgar a música conhecida como "Rock and Roll" entre o público branco, depois de anos considerada como um movimento underground.

Shake Rattle and Roll
Trecho do filme "Jóvenes y Rebeldes", de Carlos Sotomayor, rodado no México, em 1961



Cartaz de Blackboard JungleQuando "Rock Around the Clock" apareceu na trilha sonora do filme BlackBoard Jungle, desencadeou uma revolução musical que abriu as portas para talentos como Elvis Presley. Para capitalizar o sucesso da música de Haley, Sam Katzman convidou o diretor Fred F. Sears para dirigir o filme Rock Around The Clock, gravado a toque de caixa e lançado no início de 1956. Além de Haley and His Comets, o filme contava com a participação dos Platters, do disk jockey Alan Freed e Freddie Bell and the Bellboys. Para saber a filmografia completa, acesse a sua página no site IMDB.

Haley continuou a emplacar sucessos nos anos 50, como "See You Later Alligator", e estrelou o primeiro musical cinematográfico de rock and roll. Sua fama logo seria ultrapassada nos EUA pelo mais famoso e mais sexy Elvis, mas Haley continuaria a ser um grande astro na América Latina e na Europa pelo resto de sua carreira. Seus últimos shows foram na África em 1980. Ele foi incluído no Hall da Fama do Rock and Roll em 1987.

Bill Haley and His CometsFormada por Johnny Grande (teclados), Dick Richards (bateria), Franny Beecher (guitarra), Joey Ambrose (Sax), Marshall Lytle (Baixo) e Jacko Buddin (vocais), os Comets originais de 1954/55 (foto) ainda continuam a se apresentar ao redor do mundo. Embora na faixa etária dos 70 aos 82, a banda não mostra sinais de cansaço e recentemente lançou um DVD ao vivo.

Haley faleceu em sua casa no Harlingen, Texas em 1981. Ele foi o verdadeiro ícone do Rock N' Roll dos anos 50 e 60 e a crítica afirma que Bill foi o pai do Ritmo fervoroso das décadas.

Fonte: Wikipedia

1 de julho de 2009

Tributo ao Mestre do Blues William James "Willie" Dixon

Willie Dixon, foto de Bill SmithHoje é dia de prestar tributo a um dos grandes mestres do Blues: William James "Willie" Dixon foi um dos compositores mais fluentes e influentes da história. Nasceu dia 1 de julho de 1915 em Vicksburg, Mississipi e, após uma vida em que foi até mesmo sparring de lutador de box, Dixon faleceu dia 29 de janeiro de 1992, deixando um legado fundamental para a música.

Ao lado de Muddy Waters, foi Dixon quem formatou a sonoridade do Blues de Chicago do pós guerra e suas composições tornaram-se standards, que vieram a ser executadas por todo mundo, literalmente, até hoje. Entre elas, posso citar "Little Red Rooster", "Hoochie Coochie Man", "Evil", "Spoonful", "Back Door Man", "I Just Want to Make Love to You", "I Ain't Superstitious", "My Babe", "Wang Dang Doodle", and "Bring It On Home", todas compostas durante o auge da famosa gravadora Chess Records, nos anos 50. Interpretadas por nomes como Muddy Waters, Howlin' Wolf e Little Walter, chegaram aos corações e mentes de músicos como os Rolling Stones, The Yardbirds, Cream, Led Zeppelin, The Doors, Bob Dylan, The Allman Brothers Band e Grateful Dead, entre tantos.

Tendo em vista a importância da obra desse genio da música, selecionei quatro vídeos muito especiais, que publico a seguir. Espero que você aprecie!

Willie Dixon - Weak Brain and Narrow Mind


Willie Dixon - A técnica do Mestre


Willie Dixon - I'm Nervous


Sensacional Helen Humes
(com Willie Dixon, Memphis Slim, Terry McGee, Sonny Terry e T-Bone Walker
)
American Folk Blues Festival de 1962 - Programa de TV do Horst Lippman chamado "Jazz gehört & gesehen" (Jazz heard & seen) para o canal SWF ( Estação de TV alemã, de Baden-Baden)



19 de junho de 2009

O Lobo presta um tributo ao genial e melancólico Nick Drake

Nick_Drake, by Keith MorrisFilho de Rodney e Molly Drake, Nicholas Rodney Drake foi um compositor britânico mais conhecido por suas belas e, de certa forma, melancólicas composições acústicas. Nascido em Rangoon, Burma, seu primeiro instrumento foi o piano (que havia estudado formalmente na infância), mas descobriu o violão, e também dominava o clarinete e o saxofone. Apesar de não ter conseguido sucesso em vida, após a sua morte a obra de Drake ganhou em estatura, a ponto de hoje, se posicionar entre os mais influentes cantores-compositores dos últimos 50 anos.

Em 1969, aos 20 anos, assinou contrato com a gravadora e lançou seu primeiro álbum, "Five Leaves Left". Em 1970 lançou "Bryter Layter" e em 72, o terceiro álbum, "Pink Moon". Nenhum deles vendeu mais de 5 mil cópias. A sua relutância em se apresentar ao vivo contribuiu para seu pequeno sucesso comercial. Mesmo assim, conseguiu arrebanhar um fiel grupo de seguidores que viria a repercutir a sua música. Uma dessas pessoas foi o seu empresário, John Boyd que incluiu uma cláusula no contrato com a gravadora Island Record que garantia que os discos de Drake jamais sairiam de catálogo.

Album Five Leaves, de 1969Album Bryter Layter, de 1970
Album Pink Moon, de 1972Drake sofria de depressão e insônia e isto era refletido nas suas composições. Ao terminar as gravações de Pink Moon parou de se apresentar se recolheu na casa dos pais onde foi encontrado morto por overdose de anti depressivo, aos 26 anos.

Durante os anos 70 havia um interesse residual na música de Drake até o lançamento da retrospectiva Fruit Tree, em 1979, que reavivou o interesse pelos seus discos. Na década seguinte Drake foi creditado por ter influenciado artistas como Robert Smith, do The Cure e Peter Buck, do REM, além de ser frequentemente citado por Kate Bush, Paul Weller e o pessoal do The Black Crowes. Em 1968 Elton John chegou a gravar várias músicas de Drake na sessão "Nick Drake & DJ Music Demo Session" e, em 2005, Beck Hansen regravou 3 músicas de Drake, que disponibilizou no seu site: "Pink Moon", "Which Will" e "Parasite".

Biografia de Nick Drake, de Patrick HumpriesA primeira biografia de Drake foi escrita por Patrick Humphries e lançada em 1997 e em 1998, o documentário "A Stranger Among Us". Em 2000 a Volkswagen usou sua música Pink Moon no comercial de lançamento de um carro e, em poucos meses, Nick Drake vendeu mais discos do que nos 30 anos anteriores. Veja o comercial no Meu Blues Pra Você. Espero que você se encante como eu com os dois exemplos da música deste artista maravilhoso, que publiquei nos vídeos abaixo.

Encontrei o documentário A Stranger Among Us no YouTube dividido em 4 partes e você pode assistí-lo seguindo os links:
Parte 1 - Parte 2 - Parte 3 - Parte 4

Site Oficial de Nick Drake
Fonte: Wikipedia

Pink Moon, de Nick Drake
esta música foi usada em um comercial do Cabriolet da Volkswagen



Pink Moon
Nick Drake
I saw it written and I saw it say
Pink moon is on its way
And none of you stand so tall
Pink moon gonna get you all
It's a pink moon
It's a pink, pink, pink, pink, pink moon.

Fruit Tree


Fruit Tree
Nick Drake

Fame is but a fruit tree
So very unsound.
It can never flourish
Till its stalk is in the ground.
So men of fame
Can never find a way
Till time has flown
Far from their dying day.
Forgotten while you're here
Remembered for a while
A much updated ruin
From a much outdated style.

Life is but a memory
Happened long ago.
Theatre full of sadness
For a long forgotten show.
Seems so easy
Just to let it go on by
Till you stop and wonder
Why you never wondered why.

Safe in the womb
Of an everlasting night
You find the darkness can
Give the brightest light.
Safe in your place deep in the earth
That's when they'll know what you were really worth.
Forgotten while you're here
Remembered for a while
A much updated ruin
From a much outdated style.

Fame is but a fruit tree
So very unsound.
It can never flourish
Till its stock is in the ground.
So men of fame
Can never find a way
Till time has flown
Far from their dying day.

Fruit tree, fruit tree
No-one knows you but the rain and the air.
Don't you worry
They'll stand and stare when you're gone.

Fruit tree, fruit tree
Open your eyes to another year.
They'll all know
That you were here when you're gone.



29 de maio de 2009

Tributo a Jeff Buckley - 12 anos sem a voz que alcançava 4 oitavas

O Blog do Lobo hoje presta um tributo ao cantor, compositor e guitarrista norte-americano Jeff Buckley que no dia 29 de maio de 97 abandonou este mundo, nas águas do rio Wolf, um afluente do Mississipi. Conhecido por sua voz privilegiada, com alcance de 4 oitavas, Buckley foi considerado como uma das mais promissoras revelações musicais da época, sendo admirado até hoje por fãs e por outros artistas do mundo inteiro.

Lilac Wine
(Letra de James Shelton, escrita em 1950)
Vídeo gravado no Cabaret Metro em Chicago, em 13 de Maio de 95.
A Jeff Buckley Band era composta por Michael Tighe, guitarra, Mick Grondahl, baixo, Matt Johnson, bateria



Jeff Buckley - GraceEm homenagem a este artista, publiquei um vídeo com a linda música Lilac Wine assim como o vídeo oficial do documentário "Amazing Grace: Jeff Buckley (2004)" que procura desvendar - em 60 minutos - os motivos que levaram Jeff e seu lendário álbum "Grace" (foto), lançado em 1994, se tornarem um verdadeiro fenômeno cult. Produzido por Nyla Bialek Adams e Laurie R. Trombleyr para a Once & Future Productions, o filme inclui apresentações raras, ensaios, entrevistas com os 4 membros da sua banda, amigos, familiares, bem como depoimento de diversos artistas, sobre como a música de Jeff Buckey os inspirou. O documentário foi exibido em 25 festivais de cinema em todo o mundo e ganhou quatro premios, entre os quais, os de melhor documentário de música e melhor filme.

Suas guitarras eram uma Fender Telecaster '52, uma Gibson Les Paul, uma Fender Jaguar, uma Yamaha FG-470S, um Fender Jazz Bass e uma Rickenbacker 12-cordas. Como amplificadores e efeitos, usava um Áudio Mixer Samson MPL 1640 de 16 canais, um Crate Vintage e um cabeçote Fender Bassman 135. Para criar uma sonoridade única, Buckley costumava usar vários pedais de efeito, como um Boss Hyper Fuzz, Boss power supply & master switch, Dunlop Tremolo volume pedal, MXR Fuzz Unit, Digitch Whammy II microfonado e um Electrro-Harmonix Hot Tubes Overdrive Simulator.

Trailer do documentário Amazing Grace: Jeff Bucley (2004)


Você pode assistir o documentário completo no YouTube, dividido em 6 partes, além de 4 partes referentes aos "extras" do DVD original. Siga os links:

Amazing Grace Documentary

Extras do DVD

Site oficial - Jeff Buckley.com
Site do documentário Amazing Grace

26 de maio de 2009

Tributo ao barulinho bom da Gibson Les Paul Custom de Mick Ronson

Moonage Daydream ao vivo em 1973 no Hammersmith


Há seis anos não podemos mais escutar os solos alucinados de Mick Ronson, o Ronno, compositor, multiinstrumentista, arranjador e produtor, mundialmente conhecido como guitarrista da banda Spiders From Mars, que acompanhou David Bowie na era Ziggy Stardust, de 70 a 73. Mas ele também seguiu carreira solo e gravou belos discos, com destaque para Slaughter on 10th Avenue, que chegou em nono lugar nas paradas inglesas, em 74 e tinha uma versão bem bacana de Love Me tender.

Mick Ronson e sua Gibson Black Beauty, modelo 1968Ao longo da sua carreira com Bowie, Ronson costumava usar uma Gibson Les Paul Custom 'Black Beauty', modelo 1968 (foto) ligada a um set de pedais que incluia um Vox Tonebender fuzz, um Crybaby wah e um Coloursound fuzz/wah/swell pedal. Para obter um som mais cortante da sua Gibson, em 1970, durante as gravações do disco Fully Qualified Survivor Ronson pediu para os 'roadies' do músico Michael Chapman tirarem a pintura da sua guitarra, deixando-a na madeira.

Antes de tocar com Bowie, Ronson gravou com Elton John a faixa Madman Across the Water, mas sua gravação só veio a ser lançada em 95, no relançamento em formato digital de Tumbleweed Connection. Com Bowie, co-produziu e tocou guitarra no álbum Transformer, de Lou Reed, e piano, em "Perfect Day". Participou por algum tempo do Mott the Hoople. Também produziu e/ou tocou com Morrisey, T-Bone Burnett, John Cougar, Midge Ure, Roger McGuinn, Meatloaf, David Johansen and Roger Daltrey entre muitos outros.

Ronson morreu vítima de câncer em 29 de abril de 1993 e está em 64º lugar na lista dos 100 melhores guitarristas da Revista Rolling Stone;

Para prestar um tributo a este grande guitarrista, resolvi trazer dois vídeos, onde mostra seu talento como guitarrista e compositor. O primeiro vídeo traz uma apresentação com os Spiders From Mars em 1973 na histórica casa de shows Hammersmith Apollo, na última apresentação da banda. O segundo vídeo, é um slideshow da balada Angel nº9, do seu segundo álbum solo "Play Don't Worry", de 75.Espero que você goste!

Mais informações na Wikipedia
Site oficial do Mick Ronson
Equipamentos usado por Ronno

Angel Nº9 do álbum Play Don't Worry, de 75

22 de maio de 2009

Adeus, Zé Rodrix

Zé RodrixFiquei muito triste ao saber da morte do talentoso, criativo e grande compositor Zé Rodrix, nome artístico de José Rodrigues Trindade, (Rio de Janeiro, 25 de novembro de 1947 - São Paulo, 21 de maio de 2009). Compositor, multiinstrumentista, cantor, publicitário e escritor, Zé Rodrix tornou-se conhecido em 1967, ao vencer um festival na TV Record junto com Edu Lobo, Marília Medalha e o Quarteto Novo.. Na década de 1970, participou da banda Som Imaginário, logo em seguida fez um conjunto de rock rural com Sá e Guarabyra: Sá, Rodrix e Guarabyra, saindo dele antes do final da década. Abandonou a música pela publicidade nas décadas de 1980 e de 1990[1]. Em 2001 reuniu-se novamente a Sá e Guarabyra. No início da madrugada do dia 22 de maio de 2009, foi levado ao Hospital das Clínicas, onde deu entrada às 0h30 e faleceu às 0h45. A causa mortis ainda não foi divulgada.

Discografia
* 1968: Momento Quatro - com Momento Quatro (Philips)
* 1970: Som Imaginário - com Som Imaginário (Odeon)
* 1971: Passado, Presente & Futuro - com Sá, Rodrix & Guarabyra (Odeon)
* 1973: Terra - com Sá, Rodrix & Guarabyra (Odeon)
* 1973: I Acto (Odeon)
* 1974: Quem Sabe Sabe Quem Não Sabe Não Precisa Saber (Odeon)
* 1976: Soy Latino Americano (EMI-Odeon)
* 1976: O Esquadrão da Morte - Trilha Sonora do Filme (RCA Victor)
* 1977: Quando Será? (EMI-Odeon)
* 1979: Hora Extra (EMI-Odeon)
* 1979: Sempre Livre (RCA Victor)
* 1983: Saqueando a Cidade - com Joelho de Porco (Lira Paulistana/Continental)
* 1988: 18 Anos Sem Sucesso - com Joelho de Porco (Eldorado)
* 2001: Outra Vez na Estrada - Ao Vivo - com Sá, Rodrix & Guarabyra (Som Livre)
* 2009: Amanhã - com Sá, Rodrix & Guarabyra (Som Livre)

Mais informações: Folha-Uol

Som Imaginário - Feira Moderna (1970)


Para homenagear Zé Rodrix trouxe um vídeo antigo, um registro histórico do encerramento do Programa Ensaio 1970, exibido na TV Tupi, em um especial da cantora Gal Costa com a participação do Som Imaginário. que encontrei no YouTube.

Com "Feira Moderna" (Beto Guedes, Lô Borges e Fernando Brant), o Som Imaginário, formado por Wagner Tiso (piano e órgão), Tavito (violão), Luiz Alves (baixo), Robertinho Silva (bateria), Frederyko (guitarra) e Zé Rodrix (órgão, percussão voz e flautas), encerrava o primeiro programa "Ensaio" da cantora Gal Costa. Esta música seria um grande sucesso de Beto Guedes no fim dos anos 70. Aqui ela aparece quase inédita, vestida pela roupa provocativa do underground da MPB. Puro hino do desbunde! Este "Ensaio" terminava fadado para entrar na história da MPB. Há falhas no vídeo, mas é superado pelo seu valor histórico.



Fontes: Wikipedia e YouTube

13 de fevereiro de 2009

Tributo a Peter Gabriel, um artista de mil faces

Peter Gabriel
Hoje o Blog do Lobo homenageia Peter Gabriel, vocalista, flautista e um dos fundadores da banda de rock progressivo Genesis em 1967 e que, em carreira solo, veio a se tornar um dos maiores representantes da chamada World Music.

Dono de uma voz poderosa e de timbre único, Peter Gabriel é um apaixonado pela soul music, mas traz para a sua música, diversas influências vocais, como Nina Simone, Gary Brooker (Procol Harum) e Cat Stevens, para quem tocou flauta no disco Mona Bone Jakon, em 1970.

Peter Gabriel com a famosa roupa de florCom Tony Banks, Anthony Phillips, Mike Rutherford e Chris Stewart, seus colegas da Charterhouse School, montou o Genesis que rapidamente se tornou uma das bandas mais comentadas da Inglaterra e logo sua fama se espalhou por toda a Europa. Muito da fama do Genesis deveu-se, além do som bem trabalhado, à impactante presença de palco de Gabriel, que envolvia diersos figurinos e pinturas bizarras. Os concertos usavam muita luz ultravioleta quando as outras luzes baixavam opu apagavam, o que transmitia um clima mágico. Entre as fantasias mais famosas usadas por Peter Gabriel nas apresentações (uma forma de superar o medo do palco) incluem "The Flower" (usada para cantar Supper's Ready, do disco Foxtrot), "Magog" (também para Supper's Ready), "Britannia" (quando cantava Dancing With The Moonlit Knight, do disco Selling England By The Pound), "The Old Man" (para cantar Musical Box, do Nursery Crime e "Rael" (quando interpretava o disco The Lamb Lies Down on Broadway).

Acesse o site oficial de Peter Gabriel

Peter Gabriel Tribute


The Book of Love

8 de dezembro de 2008

Here Today, de Paul McCartney: Emocionante tributo a John Lennon



Here Today
Paul McCartney

And if I say I really knew you well
What would your answer be.
If you were here today.
Ooh- ooh- ooh- here to - day.

Well knowing you,
Youd probably laugh and say that we were worlds apart.
If you were here today.
Ooh- ooh- ooh- here to - day.

But as for me,
I still remember how it was before.
And I am holding back the tears no more.
Ooh- ooh- ooh- I love you, ooh-

What about the time we met,
Well I suppose that you could say that we were playing hard to get.
Didnt understand a thing.
But we could always sing.

What about the night we cried,
Because there wasnt any reason left to keep it all inside.
Never understood a word.
But you were always there with a smile.

And if I say I really loved you
And was glad you came along.

If you were here today.
Ooh- ooh- ooh- for you were in my song.
Ooh- ooh- ooh- here to - day.

Em tributo à memória de John Lennon, assassinado com cinco tiros ao chegar em casa no dia 8 de dezembro de 1980. Trouxe para os leitores do Blog do Lobo um singelo vídeo com a mais linda e comovente versão da música Here Today, capturada durante uma apresentação secreta de Paul McCartney, dia 27 de junho de 1981 na loja de discos Amoeba, em Los Angeles para uma pequena platéia. A emoção de Sir Paul é visível e contagiante. No segundo vídeo McCartney fala sobre a música e a expontaneidade ao criá-la e mostra a gravação da música no estúdio, onde Paul e George Martin conversam sobre o arranjo. A morte de John pegou McCartney no meio ds gravações para o álbum Tug of War , lançado em 1982. Espero que você curta a homenagem.



Tug of WarPaul McCartney disse: "The truth of the matter is when John died it was so weird for everyone and obviously for those of us that were near to him it was doubly, triply weird and then there was the obvious sort of thing is anyone going to write a song about John because obviously certainly we all felt deeply enough and normally when we felt deeply enough we committed it to song. I was wondering if I was going to do it but I thought I'm not going to sit down and try to do it but if anything comes sometime I'll do it. I was one day just sitting quietly in this little room with my guitar and these chords started coming out and I started having these thoughts as if I was talking to myself to John about our relationship and stuff and obviously one of the things that had been funny for me was this idea of when the Beatles broke up we became "almost enemies" for a time. But I knew we weren't and I know for a fact he knew we weren't too because independently of each other we'd talked nicely of each other but there was a pride thing of two men very difficult business and all that." (fonte: http://www.songfacts.com)

3 de dezembro de 2008

Com Rubber Soul Beatles marcam renovação e amadurecimento sonoros

Rubber Soul foi o sexto disco dos BeatlesHoje o Blog do Lobo reverencia um dos álbuns mais importantes da estrada do rock: o Rubber Soul, lançado na Inglaterra no dia 3 de novembro de 1965. O sexto vinil dos Beatles, é considerado como o disco em que a banda quebrou um paradigma sonoro e começou a tornar seu som mais eclético e sofisticado.

Após amenizada a força primitiva do Rock, com a explosão do folk-rock e da surf music, cada grupo passou a utilizar-se de todas as potencialidades que os estúdios de gravação podiam oferecer. Com os Beatles não foi diferente. Superaram sua fase adolescente, passando pelas brincadeiras colocadas em filmes por Richard Lester, até o profundo universo poético que começaram a desenvolver neste álbum, e realizaram verdadeiras "rupturas", como a letra surrealista e o uso do cítara em "Norwegian Wood", o lirismo de "In My Life" e "Michele", a solidão pungente de "Nowhere Man", enfim, Rubber Soul foi considerado o mais inovador álbum de música pop lançado até então.

Nowhere Man (ao vivo no Japão em 66)


O álbum começou a ser gravado em Outubro, para estar nas lojas em dezembro, e mais uma vez os Beatles lutavam contra o tempo, mesmo em meio a turnês e tudo mais, Rubber Soul é brilhante do início ao fim, como uma coletânea de singles. Além das 14 músicas gravadas para o disco, eles ainda se deram tempo de de escolher 2 para o próximo single: Day Tripper / We Can Work it Out, um duplo 'lado A' não incluído no LP.

Em 1965 os Beatles já estavam consolidados como Pop-Stars. Agora eles mandavam no estúdio e os melhores horários de gravação eram reservados para eles, que também opinavam e aprovavam as capas e se davam o direito de escolher o nome dos discos. A própria capa é um caso a parte. Mostra o grupo numa foto levemente deformada, com caras nada felizes, prova de que naquela época eles começavam a não se importar com a imagem bem comportada feita por encomenda por Brian Epstein.

Michelle (Paul McCartney solo)



A banda amadurecera e as letras tornaram-se mais coesas e abrangentes. John Lennon, por si só, deu um pulo como letrista. Diz a lenda que este deveria ser um álbum duplo, mesmo assim, o que seria o primeiro instrumental dos Beatles - a música "12-Bar Original" foi excluída, para aparecer em coletâneas posteriores. Mesmo assim, em menos de uma semana após lançado, o LP já ocupava o 1º lugar nas paradas, onde permaneceu por 12 semanas.

Como o disco foi gravado originalmente em 4 canais e mixado para ser ouvido em mono (poucas cópias eram lançadas em estéreo), as músicas foram remixadas 12 anos depois para o lançamento em CD. Junto com 'Help!', foi o único LP original a sofrer tal tratamento.

Fontes: http://www.getback.com.br e www.wikipedia.com

30 de novembro de 2008

"The Wall" completa 29 anos e recebe tributo no Blog do Lobo

The WallEm 1979 a banda Pink Floyd lançou um dos discos mais importantes da sua carreira. The Wall é intrigante, imaginativo e define bem o termo "álbum conceitual". Ao completar 29 anos de existência, mantém o frescor de quando foi lançado. Desde então já ganhou o disco de platina 23 vezes e é o terceiro disco mais vendido de todos os tempos nos Estados Unidos e chegou ao primeiro lugar na Billboard. Em 1982 virou filme pelas mãos do diretor Alan Parker e tem diversos segmentos animados por Gerald Scarfe e várias outras sequências surreais intercaladas com a ação.

O disco nasceu de um forte sentimento de culpa de Roger Waters por ter cuspido no rosto de um fã durante uma excursão do disco Animals. Ele próprio havia ficado repugnado com a sua atitude e surgiu a idéia de construir um muro entre a banda e o público. Assim surgiu o conceito geral de The Wall.

A história do disco retrata em ficção a vida de um anti-herói ("Pink", vivido nas telas pelo cantor Bob Geldof) que é martelado e espancado pela sociedade desde os primeiros dias da sua vida: sufocado pela mãe, oprimido na escola, ele constrói um muro em sua consciência para separá-lo da sociedade, e refugia-se num mundo de fantasia que criou para si. Durante uma alucinação provocada pela droga, Pink transforma-se num ditador fascista apenas para que a sua consciência rebelde o ponha em tribunal, onde seu juiz interior ordena-lhe que mande abaixo o seu próprio muro e se abra para o mundo exterior.

O álbum foi gravado em quatro estúdios. Um em Nova Iorque (CBS Studios), um em Los Angeles (Producers Workshop) onde o álbum também foi mixado e dois no sul da França (Super Bear and Miravel). As mudanças de um estúdio para outro foram resultado de problemas financeiros da banda, problemas estes que acabaram por influenciar a produção da obra. Na época, o executivo da banda Norton Warburg gastou milhões em dinheiro recolhido pelo grupo em 1973 e 1977 e abandonou a banda quase falida.

Cartaz do filme The WallO filme é calcado fortemente no material autobiográfico de Roger Waters e Syd Barrett, combinando a infância de Waters (que perdeu o pai na Segunda Guerra Mundial) com a saída de Barrett e seu esgotamento mental. Também apresenta fortes críticas sociais e políticas, revelando a intensa preocupação de Waters com a sociedade moderna. e o consumismo.

Em 2004 foi anunciado que haviam sido assinados contratos para a realização de um musical na Broadway, para o qual Waters deve escrever novas músicas.

Após Waters ter deixado a banda seguiu-se uma batalha jurídica sobre quem tinha os direitos sobre o nome "Pink Floyd". Waters ganhou os direitos sobre The Wall sendo seu nome mais associado com o álbum. Waters levou ao palco um gigantesco espectáculo de "The Wall" em Berlim em 21 de Julho de 1990 com vários artistas convidados tais como: Van Morrison, Sinead O'Connor, Cyndi Lauper, The Scorpions, Jerry Hall, e Bryan Adams, para comemorar a queda do Muro de Berlim e para angariar fundos para o World War Memorial Fund for Disaster Relief.

No concerto britânico Live 8 em 2 Julho 2005, apesar do desentendimento entre os ex-membros da banda, Waters tocou com Gilmour, Mason e Wright pela primeira vez em aproximandamente 23 anos. Eles tocaram "Breathe", "Money", "Mother", "Wish You Were Here" e "Comfortably Numb".





Empty Spaces/What Shall We Do Now
Roger Waters

What shall we use to fill the empty spaces?
Where waves of hunger roar
Shall we set out across the sea of faces?
In search of more and more applause
Shall we buy a new guitar?
Shall we drive a more powerful car?
Shall we work straight through the night?
Shall we get into fights?
Leave the lights on
Drop bombs
Do tours of the east
Contract diseases
Bury bones
Break up homes
Send flowers by phone
Take to drink
Go to shrinks
Give up meat
Rarely sleep
Keep people as pets
Train dogs
Race rats
Fill the attic with cash
Bury treasure
Store up leisure
But never relax at all
With our backs to the wall

Observação: No álbum essa música está creditada como Empty Spaces.

8 de novembro de 2008

Robert Plant e Kristina Donahue tocam em tributo a Sandy Denny



Robert Plant e Kristina DonahueRobert Plant e Kristina Donahue aperecem como convidados no show da banda inglesa Fairport Convention em Cropredy, Inglaterra, em 2008, em tributo aos 30 anos da morte de Sandy Danny, ex-cantora da banda, que morreu em 1978. Eles tocam a música "The Battle Of Evermore" em sua homenagem, uma vez que gravou esta música no álbum Led Zeppelin IV.

Robert Plant escreveu The Battle of Evermore após ler um livro sobre uma história escocesa. A letra fala sobre a eterna batalha entre a noite e o dia, ou entre o bem e o mal. Esta foi a única música que Led Zeppelin gravou com uma vocalista convidada, Sandy Denny, do Fairport Convention, que fez a parte do anunciador da cidade. Fairport Convention foi um grupo de Folk Rock Ingles, com quem o Led Zeppelin partilhou um show em 1970. Sandy morreu em 1978 devido a uma hemorragia cerebral causada por uma queda da escada. Denny ganhou um símbolo próprio na capa interna do álbum, com 3 pirâmides, como agradecimento à sua participação.

Jimmy Page compôs a música num bandolim que pegou emprestado de John Paul Jones, sem nunca ter tocado esse instrumento antes. Segundo o engenheiro de áudio Andy Jones, "a banda estava reunida perto da lareira em Headley quando Jimmy pegou o bandolim e começou a tocar. Eu trouxe um microfone e coloquei um pedal de eco no bandolim. De repente, Robert começou a cantar e esta música incrível surgiu do nada".

Nas raras ocasiões em que Battle of Evermore foi apresentada em shows, o baixista John Paul Jones cantou a parte de Sandy.

Muitos fans acreditam que a letra descreve a Batalha de Pelennor, do livro de JRR Tolkien "The Return of The King", quando diz "The drums will shake the castle wall, The ring wraiths ride in black" ("Os tambores vão sacudir s muralhas do castelo, os espíritos do anel vão chegar de negro"). Plant é um grande leitor de Tolkien e há referências a seus livros em "Ramble On" e também na "Misty Mountain Hop".

As referências à Batalha de Pelennor continuam na letra: "At last the sun is shining, The clouds of blue roll by" (Finalmente o sol voltou a brilhar, as nuvens tenebrosas se foram) quando o exército de Sauron avança, o céu escurece e quando finlmente perde, a luz do sol volta a brilhar.

Cena da Batalha de Pelennor

Plant também faz referências à lenda do mago Merlin e do Rei Arthur, ao se referir aos Anjos de Avalon que, em latim significa "lugar com maçãs", como na parte em que diz: "I'm waiting for the angels of Avalon, waiting for the eastern glow. The apples of the valley hold the seeds of happiness" (Espero pelos anjos de Avalon, espero pelo brilho que vem do Leste. As maçãs do vale têm as sementes da felicidade".

24 de outubro de 2008

Tributo a Sonny Terry e Sua Harmônica




Saunders Terrell, mais conhecido como Sonny Terry (24/10/1911 - 11/3/1986) desenvolveu um estilo próprio para tocar sua harmônica, com gritos e suspiros. Ficou cego aos 16 anos, o que impediu de trabalhar na fazenda de seu pai. Para sobreviver virou músico e começou a tocar no trio do guitarrista Blind Boy Fuller. Em 1941, após a morte do guitarrista, ele estabeleceu um longo relacionamento musical com Brownie McGhee e a dupla gravou inúmeras músicas. O duo tornou-se ainda mais conhecido ao participar do movimento folk que ganhou força nos anos 50 e 60, quando tocou com Woody Guthrie e Moses Asch, produzindo gravações clássicas para a Folkways Records (hoje Smithsonian/Folkways).

Em 1938 Terry foi convidado a se apresentar no Carnegie Hall e no mesmo ano, gravou para a Biblioteca do Congresso Norte-americano. Em 1940 Terry gravou suas primeiras faixas comerciais. Alguns dos seus trabalhos mais notáveis incluem "Old Jabo", que fala sobre um homem mordido por uma cobra e "Lost John", onde demonstra seu incrível controle da respiração.

Sonny TerryA despeito da fama conquistada como um artista folk "puro", nos anos 40 Terry e McGhee lideraram uma banda de "jump blues" que incluia sax e piano e era chamada tanto de "Brownie McGhee and his Jook House Rockers" como "Sonny Terry and his Buckshot Five". Em 1947 participou do elenco original da comédia musical "Finian's Rainbow".

A canção "Fox Chase", de Terry foi usada por Len Lye no seu curta metragem "Color Cry", de 1952. "Old Lost John", também de sua autoria, foi usada pelo diretor de cinema Werner Herzog no encerramento do seu filme "Stroszek", de 1977. Ele também aparece no filme Colour Purple e, mais recentemente sua música "Whoopin' The Blues" foi usada em um comercial da EON Wind Farm.

16 de outubro de 2008

Dia 18/10 - Tobacco Road Band Faz Tributo a Eric Clapton em Botafogo, RJ

Tobacco Road Band faz Tributo a Eric Clapton no Saloon 79 dia 18 de outubro com a participação de Big Gilson, Bruno Mello, Rodrigo Muniz, Edu Chor e Cesar Lago"Eric Clapton Tribute"
com a
Tobacco Road Band
Big Gilson, Bruno Mello, Rodrigo Muniz, Edu Chor e Cesar Lago

Sábado - 18 de Outubro - 22h
Local - Saloon 79
R. Pinheiro Guimarães 79 - Botafogo
Ingressos: R$ 15,00
Reservas: (21) 3239-0735 ou (21) 9333-3793

14 de outubro de 2008

Dia 17/10 - Tributo a Raul Seixas, 19 Anos de Saudade, em BH

Centro Cultural Lapa Multishow recebe mais uma vez o Tributo a Raul Seixas
Mais uma vez, o programa A Hora do Dinossauro e o Centro Cultural Lapa Multshow realizam o encontro de fãs no 4º Tributo à Raul Seixas, 19 anos de Saudade.

40 anos do lançamento "Raulzito e Os Panteras"
30 anos do lançamento "Mata Virgem"
20 anos do lançamento "A Pedra do Gênesis"

Com as Bandas:
PARANÓIA
RAUL ROCK BAND
TREM DAS SETE

Convidados Especiais:
Sylvio Passos
Presidente do Raul Rock Club
/Raul Seixas Oficial Fã-Clube
Luiz Lima – Lançamento do Livro
"Vivendo A Sociedade Alternativa– Raul Seixas e o seu tempo"

Canto Para Minha Morte
Raul Seixas/Paulo Coelho


Eu sei que determinada rua que eu já passei
Não tornará a ouvir o som dos meus passos.
Tem uma revista que eu guardo há muitos anos
E que nunca mais eu vou abrir.
Cada vez que eu me despeço de uma pessoa
Pode ser que essa pessoa esteja me vendo pela última vez
A morte, surda, caminha ao meu lado
E eu não sei em que esquina ela vai me beijar

Com que rosto ela virá?
Será que ela vai deixar eu acabar o que eu tenho que fazer?
Ou será que ela vai me pegar no meio do copo de uísque?
Na música que eu deixei para compor amanhã?
Será que ela vai esperar eu apagar o cigarro no cinzeiro?
Virá antes de eu encontrar a mulher, a mulher que me foi destinada,
E que está em algum lugar me esperando
Embora eu ainda não a conheça?

Vou te encontrar vestida de cetim,
Pois em qualquer lugar esperas só por mim
E no teu beijo provar o gosto estranho
Que eu quero e não desejo,mas tenho que encontrar
Vem, mas demore a chegar.
Eu te detesto e amo morte, morte, morte
Que talvez seja o segredo desta vida
Morte, morte, morte que talvez seja o segredo desta vida

Qual será a forma da minha morte?
Uma das tantas coisas que eu não escolhi na vida.
Existem tantas... Um acidente de carro.
O coração que se recusa abater no próximo minuto,
A anestesia mal aplicada,
A vida mal vivida, a ferida mal curada, a dor já envelhecida
O câncer já espalhado e ainda escondido, ou até, quem sabe,
Um escorregão idiota, num dia de sol, a cabeça no meio-fio...

Oh morte, tu que és tão forte,
Que matas o gato, o rato e o homem.
Vista-se com a tua mais bela roupa quando vieres me buscar
Que meu corpo seja cremado e que minhas cinzas alimentem a erva
E que a erva alimente outro homem como eu
Porque eu continuarei neste homem,
Nos meus filhos, na palavra rude
Que eu disse para alguém que não gostava
E até no uísque que eu não terminei de beber aquela noite...

Vou te encontrar vestida de cetim,
Pois em qualquer lugar esperas só por mim
E no teu beijo provar o gosto estranho que eu quero e não desejo,mas tenho que encontrar
Vem, mas demore a chegar.
Eu te detesto e amo morte, morte, morte
Que talvez seja o segredo desta vida
Morte, morte, morte que talvez seja o segredo desta vida...


Serviço:
Sexta, 17/10, a partir das 21:00hs
Ingressos - R$ 15,00 para Estudantes e Antecipados
Purple Records (31) 3201 1187 - Rua Rio de Janeiro 630 2º andar lj 58
LAPA Multshow - Rua Álvares Maciel ,312 Sta. Efigênia, BH
Informações - (31) 3241 2074 - 91331868
A Hora do Dinossauro – 104,5 FM UFMG Educativa - aos sábados às 18h.