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6 de setembro de 2012
Hoje, 6/9 (5ª-feira) vai rolar o JF Jazz e Blues Festival em Juiz de Fora, MG
Com a apresentação de artistas americanos consagrados como Coco Montoya (blues) e Jose James (jazz com hip hop), dois representantes do melhor do jazz&blues da atualidade é que acontece o show de lançamento do JF Jazz & Blues Festival. O Evento conta ainda com a participação do Quinteto São do Mato, destaque musical do cenário de Juiz de Fora que desembarca de uma turnê pela Europa, direto para o palco do mais belo teatro da cidade.
Programada para o dia 6 de Setembro às 21h, no Cine Teatro Central, a noite dará uma mostra de toda a magia desse grande evento, que trará a cidade grandes nomes desses dois estilos que serão a base do Festival, que conta com o apoio da UFJF ( Universidade Federal de Juiz de Fora ) , da FUNALFA ( Prefeitura de Juiz de Fora ) e do Cultural Bar.
Os Ingressos, a preços populares, estão à venda na bilheteria do Teatro e no escritório do Cultural Bar (Rua Halfeld, 513 sala 328).
Serviço:
Data: 6/9/2012
Local: Cine Teatro Central - Pc João Pessoa, s/n - Centro, 36010-150 - Juiz de Fora - MG
+55 32 3215-1400
4 de julho de 2012
Hoje, 4 de julho, tem show de rock com Granmostarda na Lapa
Hoje, dia 4 de julho,
a banda Granmostarda
detona o seu rock and roll
no projeto "Pica-Pau Cultural"
Quartas de Jazz e Blues.
O lance vai ser na Rua da Lapa 141
A partir das 22h
e o melhor: é 0800 (gratuito)!
15 de março de 2012
Don't Stop Me Now volta com tudo no comercial da Lacta
Hoje eu publiquei no blog Meu Blues Pra Você o comercial da campanha que comemora 100 anos do chocolate Lacta. O comercial me chamou a atenção por usar uma música sensacional gravada pelo Queen há 34 anos, em 1978, para o álbum Jazz.
"Don't Stop Me Now" é uma música composta por Freddie Mercury e publicada pelo Queen no álbum Jazz, de 1978. A música foi gravada entre agosto e setembro de 1978 no estúdio Super Bear, localizado em Berre-les-Alpes, na França e é a 12ª faixa do album.
Musicalmente, a a canção se baseia em torno do piano de Mercury e, além da poderosa guitarra de May no solo, do baixo de Deacon e a bateria de Taylor, também mostra a marca registrada do Queen, que são vocais gravados em várias pistas nos refrões.
Ao longo do tempo, a música foi usada em vários comerciais, filmes e programas de tv. tornando-se uma das canções mais populares da banda.
Don't Stop Me Now
Freddie Mercury
Tonight I'm gonna have myself a real good time
I feel alive and the world it's turning inside out Yeah!
I'm floating around in ecstasy
So don't stop me now don't stop me
'Cause I'm having a good time having a good time
I'm a shooting star leaping through the skies
Like a tiger defying the laws of the gravity
I'm a racing car passing by like Lady Godiva
I'm gonna go go go
There's no stopping me
I'm burning through the sky Yeah!
Two hundred degrees
That's why they call me Mister Fahrenheit
I'm trav'ling at the speed of light
I wanna make a supersonic man of you
Don't stop me now I'm having such a good time
I'm having a ball don't stop me now
If you wanna have a good time just give me a call
Don't stop me now ('Cause I'm having a good time)
Don't stop me now (Yes I'm having a good time)
I don't want to stop at all
I'm a rocket ship on my way to Mars
On a collision course
I am a satellite I'm out of control
I am a sex machine ready to reload
Like an atom bomb about to
Oh oh oh oh oh explode
I'm burning through the skies Yeah!
Two hundred degrees
That's why they call me Mister Fahrenheit
I'm trav'ling at the speed of light
I wanna make a supersonic woman out of you
Don't stop me don't stop me don't stop me
Hey hey hey!
Don't stop me don't stop me
Ooh ooh ooh (I like it)
Don't stop me have a good time good time
Don't stop me don't stop me
Ooh ooh Alright
I'm burning through the skies Yeah!
Two hundred degrees
That's why they call me Mister Fahrenheit
I'm trav'ling at the speed of light
I wanna make a supersonic man out of you
Don't stop me now I'm having such a good time
I'm having a ball don't stop me now
If you wanna have a good time
Just give me a call
Don't stop me now ('Cause I'm having a good time)
Don't stop me now (Yes I'm having a good time)
I don't wanna stop at all
La la la la laaaa
La la la la
La la laa laa laa laaa
La la laa la la la la la laaa hey!!....
16 de julho de 2010
Shows de rock fazem a sexta mais divertida no Rio e em Sampa
Como hoje é sexta-feira, 16 de junho eu vou indicar alguns shows de rock para você se divertir na cidade maravilhosa e em Sampa. Escolha seu programa e caia na gandaia, que amanhã tem mais!
Pegue quatro músicos profissionais com longa carreira em bandas de primeira linha do rock, agregue diferentes influências de cada um, passando pelo Classic Rock, Blues e Soul, adicione todo o trabalho do Led Zeppelin com algumas pitadas de muita pressão, pegada e criatividade. Junte tudo, bata no liquidificador e descubra o surpreendente resultado.
Serviço:
Informações e reservas: (21) 3239-0735/ 9675-2000
contato@saloon79.com.br
Rua Pinheiro Guimarães 79 - Botafogo
Black Zeppelin ao vivo
'Godimen´s' no Lapa Irish Pub
A Banda formada por Diogo Valença, voz e violâo; Claudio Sangito, guitarra e vocal; Rafael Meirelles, baixo; João Abdalla, bateria toca um repertório de clássicos do rock anos 70 e 80, com pitadas de blues.
Serviço:
Local: Lapa Irish Pub - Rua Evaristo da Veiga, 147 - Centro
Tel.: (21) 2221.7236
Ingresso: R$ 15,00
Horário: 23 h.
Banda Godimen's - Before you accuse me
'Salnaveia' no Clandestino Bar
A partir das 23:30h, a banda “Salnaveia” vai apresentar suas armas mais uma vez no Clandestino Bar tocando o melhor do Rock atual para vocês.
A banda é composta por Daniel Arditti: Voz e Guitarra; Adriano Barros: Guitarra; Gil Freire: Baixo e Bruno Braggion: Bateria.
A banda é composta por Daniel Arditti: Voz e Guitarra; Adriano Barros: Guitarra; Gil Freire: Baixo e Bruno Braggion: Bateria.
O Clandestino Bar fica na Rua Barata Ribeiro 111, Copacabana - Rio de Janeiro
Acesse o site da banda Salnaveia
Acesse o site da banda Salnaveia
Banda Salnaveia - Born to be wild
Em Sampa, a curitibana Big Time Orchestra - a primeira banda brasileira de Neoswing - mostra suas músicas autorais e releituras de clássicos do rock e soul no Bourbon Street. O Neoswing é o estilo musical inspirado no som das big bands dos anos 30 e 40, com forte influencia do rock and roll.
Bourbon Street
Rua dos Chanés 127, Moema.
Twel.: (11) 50956100
Mais informações, acesse o site
Big Time Orchestra - This Cat's on a hot tin roof
10 de julho de 2010
O Blog do Lobo parabeniza Bella Fleck, o genio do banjo
Considerado como o maior banjista do mundo, Bélla Fleck nasceu na cidade de Nova Iorque e pegou no banjo pela primeira vez aos 15 anos, após escutar o bluegrass de Flatt & Scruggs.
Ainda na escola secundária começou a tocar bebop jazz no seu banjo, tendo como mentor o "renegado' do banjo Tony Trischka.
Em 1980 lançou seu primeiro álbum solo 'Crossing the Tracks', com material que ia do bluegrass tradicional a 'Spain', de Chick Corea (veja o vídeo).
Spain
Em 1982 Fleck reuniu-se com a banda de bluegrass progressivo, a New Grass Revival, onde fez o seu nome participando de várias formações e se destacando como um virtuoso no instrumento.
Em 1988 ele formou a Fleckstones, que ultrapassa qualquer classificação, formada por músicos igualmente talentosos: Victor Wooten no baixo, juntamente com o tecladista e gaitista Howard Levy e o irmão de Victor, Roy 'Future Man' Wooten, na percussão sintetizada. Levy saiu da banda em 1992. O trio continuou até a entrada do saxofonista Jeff Collin em 97.
The Sinister Minister
Com os Flecktones, Bélla Fleck ganhou vários Grammys. Para conhecer os outros projetos deste genio do banjo, acesse o seu site.
8 de julho de 2010
Salve Johnnie B. Goode Johnson, mais um dos pais do rock and roll
Johnnie Johnson - Honky Tonk Train Blues (1999)
Johnnie Clyde Johnson foi um pianista de blues cujo trabalho com Chuck Berry o levou à indicação para o "Rock and Roll Hall of Fame". Johnnie nasceu em Fairmont, West Virginia, dia 6 de julho de 1924 e começou a tocar piano aos quatro anos de idade. Foi um mariner durante a II Guerra Mundial, quando entrou para a orquestra de jazz de Bobby Troup, The Barracudas. Quando voltou, foi para Detroit e a seguir para Chicago, onde tocou com Muddy Waters e Little Walter, entre outros notáveis.
Em 1952 ele se mudou para St. Louis, no Missouri, onde montou um grupo de jazz e blues, 'The Sir John Trio', com o baterista Ebby Hardy e o saxofonista Alvin Bennett. Os trio tocava regularmente no Cosmopolitan Club quando no Ano Novo Bennet sofreu um ataque cardíaco e não poderia tocar. Johnson saiu à procura de um substituto e chamou um jovem guitarrista chamado Chuck Berry. Por ser inexperiente, Berry era o único que não estaria trabalhando no Ano Novo. Em contrapartida, Berry cantava e era uma presença marcante no palco e foi contratado como membro permanente.
The Johnny Johnson Trio: Ebby Hardy, Chuck Berry e Johnnie Johnson
Pelos 20 anos seguintes Johnson tocou com Chuck e colaborou nos arranjos de várias músicas. A famosa 'Johnny B. Goode' foi feita para ele, mas quem tocou na gravação foi Lafayette Leake, um dos dois pianistas contratados da Chess Records (o outro era Otis Spann).
Johnson sofria seriamente de alcoolismo e só parou após quase sofrer um ataque cardíaco no palco com Eric Clapton. Foi pouco reconhecido até a gravação do concerto/documentário "Chuck Berry Hail Hail Rock 'n' Roll", em 1987. Esta nova atenção ajudou Johnson (que então trabalhava como motorista de onibus) a voltar para a música, quando gravou seu primeiro álbum solo 'Blue Hand Johnnie' no mesmo ano. Mais tarde ele tocou com Keith Richards, Eric Clapton, John Lee Hooker e Bo Diddley no album de George Thorogood 'Let's Work Together - Live' em 1996 e, no ano seguinte, excursionou com Bob Weir do Grateful Dead em 67 shows.
Em 1999 a biografia de Johnson foi lançada por Travis Fitzpatrick: 'Father of Rock and Roll: The Story of Johnnie B. Goode Johnson' e o livro foi indicado para receber o premio Pulitzer.
Em 2000 Johnson foi indicado para a Rhythm and Blues Foundation. Em 2001 ele foi nomeado para o Rock and Roll Hall of Fame após uma campanha ferrenha do empresário George Turek, o autor do livro e do guitarrista Keith Richards. Ele também ganhou uma estrela na Calçada da Fama de St. Louis.
Discografia básica:
- 1991 : Johnnie B. Bad (Warner) com Eric Clapton, Keith Richards e Bernard Fowler
- 1991 : Rockin' Eighty-Eights (Modern Blues recordings) com Jimmie Vaughan e Clayton Love
- 1993 : Blue Hand Johnnie (Evidence Music) com Oliver Sain
- 1993 : That'll Work (Elektra) com The Kentucky Headhunters e Jimmy Hall
- 1995 : Johnnie Be Back (MusicMasters) com Buddy Guy, Al Kooper, John Sebastian e Max Weinberg
- 1997 : Johnnie B. Live (Father of Rock and Roll Music) com Jimmy Vivino e Al Kooper
- 1999 : Father of Rock and Roll (Father of Rock and Roll Music) - Acompanha o livro "Father of Rock and Roll: The Story of Johnnie B. Goode Johnson", com gravações novas das músicas de Johnson e Berry.
- 2005 : Johnnie Be Eighty And Still Bad! (Cousin Moe Music) com Jeff Alexander, Rich McDonough, Larry Thurston e Gus Thornton.
Fontes:
http://www.johnniebegoodthemovie.com/
Wikipedia
Bluesmusicnow.com/
The Johnnie Johnson Blues and Jazz Society, Inc
2 de junho de 2010
O super baterista Charlie Watts completa 69 em plena forma
Charlie Watts é o baterista dos Rolling Stones desde 1963. Mas ele também é o lider de uma banda de jazz nas horas vagas das excursões dos Pedras Rolantes. Nas últimas duas décadas o batera do Stones tem dado vazão à sua paixão pelo Jazz, tocando em diversas formações, sempre que sua agenda permite.
Antes de tocar com os Stones, Watts tocava em pequenas bandas de jazz locais até conhecer Alexis Korner, que o convidou para ingressar na sua Blues Incorporated, em 1960, onde ficou por pouco tempo para trabalhar na agência de publicidade Hobson & Grey. No entanto, no final de 1962 ele foi convidado a tocar como baterista na banda de rock The Rolling Stones, que estava sendo formada. Ele aceitou mas precavido, só largou o emprego na agência quando os Stones fecharam um contrato longo para tocar no Crawdaddy Club, perto de Londres.
Monkey Man - Rolling Stones
(com foco no Charlie)
Mas Watts sempre se envolveu em atividades paralelas. Em 1964 ele publicou uma tributo em forma de cartoon a Charlie Parker, intuitulado "Ode to a High Flying Bird" (foto). Apesar do nome construído no rock, Watts sempre foi um aficcionado pelo jazz. No final dos anos 70 ele se juntou ao colega dos stones Ian 'Stu' Stewart na banda Rocket 88 que incluia alguns dos maiores nomes do jazz inglês como Evan Parker, Courtney Pine e Jack Bruce (veja o vídeo). Em 91 Charlie organizou um quinteto de jazz como mais um tributo a Charlie Parker. Dois anos depois, lançou o álbum Warm and Tender pelo Charlie Watts Quintet, incluiu o vocalista Bernard Fowler. Este mesmo grupo também lançou Long Ago and Far Away em 96. Ambos os discos eram compostos de uma seleção de standards do Great American Songbook. Após uma colaboração bem sucedida com Jim Keltner na excursão dos Rolling Stones Bridges to Babylon, eles lançaram um disco tecno/instrumental chamado Charlie Watts/Jim Keltner Project. O lançamento solo mais recente de Charlie Watts foi o Watts at Scotts em 2004, gravado ao vivo com o seu grupo, o Charlie Watts Tentet no famoso clube de jazz, o Ronnie Scott's.
Rocket 88
Ao vivo no Festival de Jazz do North Sea Jazz in The Hague, Holland (The Netherlands), em 14 de Julho de 1979. Os músicos eram Charlie Watts, Ian Stewart, Bob Hall, George Green, Alexis Korner, Jack Bruce, Dick Morrissey, Collin Smith e John Ploard
A Bateria de Charlie Watts
Charlie toca numa bateria Gretsch Round Badge modelo 1956-57 e usa diversas marcas de pratos, em sua maioria, a italiana UFIP. O kit, que prima pela simplicidade, é composto por um bumbo de 22", um surdo de 16", um tom-tom de 12" e uma caixa de 5 por 14". Entre os pratos que costuma usar estão um UFIP de 18", da série Fast China, um UFIP da série Rough com rebites, um prato UFIP de condução reto bem antigo, um Avedis Zildjian de açoite e um velho conjunto de contratempos, de marca desconhecida.
Links:
http://www.gigging-drum-charts.com/charlie-watts.html
http://www.rosebudus.com/watts/CWJKProject.html
http://therollingstonesfacts.blogspot.com/2007/12/charlie-watts.html
17 de julho de 2009
Tributo a Billie Holiday nos 50 anos da sua morte
Billie Holiday era o nome artístico de Eleanor Fagan Gough, uma das mais comoventes cantoras de jazz de sua época e hoje, ao completar 50 anos da sua morte, continua a emocionar a quem escuta suas gravações.Com uma voz etérea, flexível e levemente rouca, sua dicção e fraseado, a sensualidade à flor da voz, expressando incrível profundidade de emoção, a aproximaram do estilo de Lester Young, com quem, em quatro anos, gravou cerca de cinqüenta canções, repletas de swing e cumplicidade. Lester Young foi quem lhe apelidou de "Lady Day".
Quando nasceu na Filadélfia, dia 7 de abril de 1915, seu pai, Clarence Holiday, tinha dezoito anos de idade e sua mãe, Sara Fagan, apenas dezesseis. Seu pai, guitarrista e banjista, abandonou a família quando Billie ainda era bebê, para pegar a estrada com uma banda de jazz. Sua mãe, também inexperiente, costumava deixá-la com familiares.
Menina afroamericana e pobre, Billie passou por todos os sofrimentos possíveis. Aos dez anos foi violentada sexualmente por um vizinho, e internada numa casa de correção para meninas vítimas de abuso. Aos doze, trabalhava lavando o chão de prostíbulos. Aos catorze anos, morando com sua mãe em Nova York, caiu na prostituição.
Sua vida como cantora começou em 1930. Mãe e filha ameaçadas de despejo por falta de pagamento do aluguel, Billie vai à luta em desespero. Entrando em um bar do Harlem, ofereceu-se como dançarina, mostrando-se um desastre. Penalizado, o pianista perguntou-lhe se sabia cantar. Billie cantou e saiu com um emprego fixo, apesar de nunca ter estudado música e nem saber ler partitura. Seu aprendizado foi escutar Bessie Smith e Louis Armstrong.
Quando nasceu na Filadélfia, dia 7 de abril de 1915, seu pai, Clarence Holiday, tinha dezoito anos de idade e sua mãe, Sara Fagan, apenas dezesseis. Seu pai, guitarrista e banjista, abandonou a família quando Billie ainda era bebê, para pegar a estrada com uma banda de jazz. Sua mãe, também inexperiente, costumava deixá-la com familiares.
Menina afroamericana e pobre, Billie passou por todos os sofrimentos possíveis. Aos dez anos foi violentada sexualmente por um vizinho, e internada numa casa de correção para meninas vítimas de abuso. Aos doze, trabalhava lavando o chão de prostíbulos. Aos catorze anos, morando com sua mãe em Nova York, caiu na prostituição.
Sua vida como cantora começou em 1930. Mãe e filha ameaçadas de despejo por falta de pagamento do aluguel, Billie vai à luta em desespero. Entrando em um bar do Harlem, ofereceu-se como dançarina, mostrando-se um desastre. Penalizado, o pianista perguntou-lhe se sabia cantar. Billie cantou e saiu com um emprego fixo, apesar de nunca ter estudado música e nem saber ler partitura. Seu aprendizado foi escutar Bessie Smith e Louis Armstrong.
Após três anos cantando em diversas casas, atraiu a atenção do crítico John Hammond, através de quem ela gravou seu primeiro disco, com a big band de Benny Goodman. Era o real início de sua carreira. Começou a cantar em casas noturnas do Harlem (Nova York), onde adotou seu nome artístico.
Cantou com as big bands de Artie Shaw e Count Basie. E foi uma das primeiras negras a cantar com uma banda de brancos, em uma época de segregação racial nos EUA (anos 30). Consagrou-se apresentando-se com as orquestras de Duke Ellington, Teddy Wilson, Count Basie e Artie Shaw, e ao lado de Louis Armstrong.
A partir de 1940, apesar do sucesso, Billie sucumbiu ao álcool e às drogas, passando por momentos de depressão, isso refletia em sua voz.
O vídeo que selecionei é um tesouro. Foi gravado ao vivo em 1957, nos estúdios da rede de televisão CBS, onde Billie é apresentada por Robert Herrige, produtor e apresentador do programa "The Sound of Jazz". Esta talvez seja a gravação mais importante de uma banda de jazz ao vivo na história da televisão, com a participação de músicos como Lester Young, Coleman Hawkins, Ben Webster, Gerry Mulligan, Roy Eldridge, Doc Cheatham, Vic Dickenson, Danny Barker, Milt Hinton e Mal Waldron.
O vídeo que selecionei é um tesouro. Foi gravado ao vivo em 1957, nos estúdios da rede de televisão CBS, onde Billie é apresentada por Robert Herrige, produtor e apresentador do programa "The Sound of Jazz". Esta talvez seja a gravação mais importante de uma banda de jazz ao vivo na história da televisão, com a participação de músicos como Lester Young, Coleman Hawkins, Ben Webster, Gerry Mulligan, Roy Eldridge, Doc Cheatham, Vic Dickenson, Danny Barker, Milt Hinton e Mal Waldron.
Fine & Mellow
Pouco antes de sua morte por overdose de drogas, Billie Holiday publicou sua autobiografia Lady Sings the Blues, em 1956, a partir da qual foi feito um filme, em 1972, com Diana Ross no papel principal. Encontrei o filme completo no YouTube, dividido em 14 partes, cujos links publico a seguir. Espero que você aproveite!Fonte: Wikipedia
Sites: Lady Day
14 de julho de 2009
Strange Love, da dupla Koop foi usada no comercial da Coca-Cola
Publiquei no blog Meu Blues Pra Você um dos novos comerciais da campanha "Abra a Felicidade", da Coca-Cola, que usa em sua trilha sonora a música Strange Love, da dupla sueca de jazz eletrônico "Koop", formada por Oscar Simonsson & Magnus Zingmark. A música faz parte do seu terceiro album "Koop Islands", lançado em 2006.
Strange Love
Oscar Simonsson & Magnus Zingmark
Interpretada por Hilde-Louise Asbjörnsen
Even though you hurt me I feel
blessed love
baby I'm your puppet
on a string
making me tumble and swing
trouble's what you bring
strange love
strange love
strange how
you control my every little
move now
hanging from your strings
is all I know
starring in your puppet show
never let me go
strange love
all the things
you've said and done
there's no space
for me to run
baby I've lost and you have won
cause' all I really want is
strange love
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