4 de outubro de 2017

Starman, do David Bowie, é usada em comercial 45 anos depois

Ziggy Stardust and The Spiders From Mars em 1972


Hoje eu publiquei no Meu Blues Pra Você o comercial do banco Itaú que utiliza a música Starman, do David Bowie. Lançada rm 1972 no álbum "The Rise and Fall of Ziggy Stardust and The Spiders From Mars"



Starman
David Bowie

Goodbye love

Didn't know what time it was the lights were low
I leaned back on my radio
Some cat was layin' down some rock 'n' roll 'lotta soul,
He said

Then the loud sound did seem to fade
Came back like a slow voice on a wave of phase
That weren't no D.J. that was hazy cosmic jive

[Chorus:]
There's a starman waiting in the sky
He'd like to come and meet us
But he thinks he'd blow our minds
There's a starman waiting in the sky
He's told us not to blow it
'Cause he knows it's all worthwhile
He told me:
Let the children lose it
Let the children use it
Let all the children boogie

I had to phone someone so I picked on you
Hey, that's far out so you heard him too!
Switch on the TV
We may pick him up on channel two

Look out your window I can see his light
If we can sparkle he may land tonight
Don't tell your poppa or he'll get us locked up in fright

[Chorus 2x]

La, la, la, la, la, la, la, la

11 de setembro de 2017

Os animais de rua em Arraial do Cabo, RJ precisam da sua ajuda!

10 de setembro de 2017

Meninos de Rua Ganham Estátua de Bronze de Enzo Piazzotta

Ontem eu publiquei na página O Lobo do Rock no Facebook a primeira gravação da linda música "He Ain't Heavy, He's My Brother" (de Bob Russell and Bobby Scott), por Kelly Gordon, que foi regravada mais tarde, no mesmo ano de 1969, pela banda The Hollies, que contou com o auxílio luxuoso de ninguém menos que Elton John ao piano. 
Meninos de Rua Ganham Estátua de Bronze de Enzo Piazzotta
Escultura "He Ain't Heavy" de Enzo Piazzotta

Impressionado pela história verídica da canção, que fala que "certa noite, durante uma forte nevasca, na sede de um orfanato em Washington DC, um padre ouviu batidas na porta. Ao abri-la ele deparou-se com um menino coberto de neve, trazendo nas costas, um outro menino mais novo. A fome estampada no rosto, o frio e a miséria dos dois comoveram o padre que exclamou: “Ele deve ser muito pesado!”. 

O que carregava respondeu: “ele não pesa, ele é meu irmão. (He ain’t heavy, he is my brother). Não eram irmãos de sangue realmente. Eram irmãos de rua. 

O autor da música soube do caso e se inspirou para compô-la. E da frase fez-se o título e o refrão. Esses dois meninos, foram adotados pela instituição ”Missão dos Órfãos”, e a história ganhou uma estátua de bronze, esculpida por Enzo Piazzotta

Gravação original de Kelly Gordon

A versão do The Hollies

1 de setembro de 2017

Pocahontas é um sucesso de Neil Young gravada nos anos 1970

'Pocahontas' é uma música de Neil Young publicada no álbum Rust Never Sleeps em 1979 mas que originalmente havia sido gravada em meados doa anos 1970 para o planejado (mas nunca lançado) disco "Chrome Dreams". Young pode ter se inspirado após ter lido o poema de Hart Crane, 'The Bridge', em Londres, em 1971. A princesa Pocahontas, uma nativa americana, é a personagem central da obra. Aqui, trago a versão de Young para o programa Acústico MTV, qravado em 1993. Espero que você curta!


Pocahontas
Neil Young

Aurora borealis
The icy sky at night
Paddles cut the water
In a long and hurried flight
From the white man
to the fields of green
And the homeland
we've never seen.

They killed us in our tepee
And they cut our women down
They might have left some babies
Cryin' on the ground
But the firesticks
and the wagons come
And the night falls
on the setting sun.

They massacred the buffalo
Kitty corner from the bank
The taxis run across my feet
And my eyes have turned to blanks
In my little box
at the top of the stairs
With my Indian rug
and a pipe to share.

I wish a was a trapper
I would give thousand pelts
To sleep with Pocahontas
And find out how she felt
In the mornin'
on the fields of green
In the homeland
we've never seen.

And maybe Marlon Brando
Will be there by the fire
We'll sit and talk of Hollywood
And the good things there for hire
And the Astrodome
and the first tepee
Marlon Brando, Pocahontas and me
Marlon Brando, Pocahontas and me
Pocahontas.

Leia o livro que inspirou Neil Young a compor 'Pocahontas'
Livro The Bridge, de Hart Crane

31 de agosto de 2017

Veja aqui o documentário da BBC "Jack Bruce, the Man Behind The Bass"

O falecido Jack Bruce que tocou baixo no Supergrupo Cream dos anos 60 ao lado de Eric Clapton e Ginger Baker e tocou com todos, de Marvin Gaye a Jimi Hendrix e de Lulu a Lou Reed. A ArtWorks Scotland conta a história de sua vida, desde a infância na Escócia até o estrelato mundial, através de algumas das músicas favoritas de Jack e com as contribuições de Eric Clapton, Ginger Baker, Flea of Red Hot Chilli Peppers e Adam Clayton, da U2.

Jack Bruce, The man behind the bass


A história abrange alguns dos maiores riffs e fendas no rock, levando a tragédia familiar, drogas e quase a morte. Um conjunto especialmente escolhido de seis músicas marca momentos cruciais na vida de Jack, incluindo Cream's Sunshine of Your Love. Jack reencarou as faixas com alguns dos melhores músicos da Escócia, incluindo o trio popular Lau, o percussionista Jim Sutherland, o guitarrista Andy May, o guitarrista Taj Wyzgowski, o baterista Chris Peacock, seu sobrinho Nico Bruce no baixo e o conjunto de cordas, Mr McFall's Chamber.


Kansas toca Point of No Return

Ao ler um artigo sobre Buracos Negros, Singularidade e Horizonte de Eventos (*), me veio à mente a música "Point of No Return", gravado pela banda norte americana Kansas em 1977, produzido por Jeff Glixman. A banda era formada por Phil Ehart (bateria, tímpano, sinos tubulares, percussão adicional), Dave Hope (baixo), Kerry Livgren (sintetizadores, piano, guitarra elétrica e acústica, percussão adicional), Robby Steinhardt (violinosviola, backing vocais), Steve Walsh (voz principal, orgão, sintetizadores, vibrafone, piano, backing vocals, percussão adicional), Rich Williams (guitarra elétrica e guitarra acústica).
Espero que você curta!


Point Of Know Return
Steve Walsh, Robby Steinhardt, and Phil Ehart

I heard the men saying something
The captains tell they pay you well
And they say they need sailing men to
Show the way, and leave today
Was it you that said, "How long, how long?"

They say the sea turns so dark that
You know it's time, you see the sign
They say the point demons guard is
An ocean grave, for all the brave,
Was it you that said, "How long, how long,
How long to the point of know return?"

Your father, he said he needs you
Your mother, she says she loves you
Your brothers, they echo your words:
"How far to the point of know return?"
"Well, how long?"

Today I found a message floating
In the sea from you to me
It said that when you could see it
You cried with fear, the Point was near
Was it you that said, "How long, how long
To the Point of Know Return?"


(*) Imagine, em algum lugar da galáxia, o cadáver de uma estrela tão densa que perfura o tecido do espaço-tempo. Tão denso que devora qualquer matéria circundante que fique muito perto, puxando-a com uma quantidade de gravidade da qual nada, nem mesmo a luz, pode escapar.
E uma vez que a matéria cruza o ponto sem retorno, o horizonte de eventos, ela espirala sem esperanças em direção a um ponto quase infinitamente pequeno, um ponto em que o espaço-tempo é tão curvado que todas as nossas teorias se quebram: a singularidade. Ninguém sai vivo.
Mais informações, aponte o seu browser para https://universoracionalista.org/buracos-negros/

2 de março de 2017

Relembre Renn Woods interpretando Aquarius, no filme Hair

Hair é um filme norte-americano de 1979 adaptado do musical do mesmo nome encenado na Broadway e criado por James RadoGerome Ragni e Galt MacDermot. Dirigido por Milos Forman, com John SavageTreat Williams e Beverly D'Angelo no elenco, além da incrível cantora e atriz Renn Woods (foto)

Renn Woods possui uma voz marcante

O filme conta a história de um jovem do interior dos Estados Unidos convocado para a Guerra do Vietnã, que chega a Nova York para apresentar-se ao exército e encontra e se torna amigo de uma grupo de hippies cabeludos da cidade, adeptos do pacifismo e contrários à guerra.


Renn Woods iniciou sua carreira de cantora aos seis anos. Aos 10, ela estava em turnê pelo mundo com o grupo Sunday's Child. Ela estrelou o primeiro National Tour of The Wiz como Dorothy no Teatro Ahmanson. Ela voltou ao mesmo teatro em 2006 no musical Tony Kushner / Jeanine Tesori, Caroline ou Change.

Em 1979, ela lançou um álbum solo, From Out of the Woods, que foi produzido por Al McKay, do Earth Wind & Fire. O segundo álbum, Azz Izz, foi lançado em 1982. Azz Izz foi bem recebido. Woods lançou seu terceiro álbum com standards de jazz, Crazy, em 2015.